Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

600 people reached the top of Mt. Everest in 2012. This blog got about 2.600 views in 2012. If every person who reached the top of Mt. Everest viewed this blog, it would have taken 4 years to get that many views.

Clique aqui para ver o relatório completo

PORQUE SERÁ QUE CHAMAM BURROS AOS JUMENTOS?

CONVÉM RELEMBRAR …EU TAMBÉM NÃO SABIA QUE ERA O MESMO

Assunto: Victor Gaspar

Com tanta versão de Excel e ainda não acertou …

Ano de 1993: com a economia portuguesa a ruir, um alucinado Braga de Macedo,
então ministro das Finanças, foi à Assembleia da República gritar a plenos
pulmões que o país era um “oásis”. Este sketch parlamentar resistiu à
passagem do tempo. Quem não resistiu foi Braga de Macedo: após um breve
compasso de espera, Cavaco calçou-lhe uns patins.

Quem era o homem que, em 1992, fez as previsões para Braga de Macedo?
Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que chefiava o Gabinete de Estudos do
Ministério das Finanças. Onde falhou ele nas previsões? Falhou em tudo — na
evolução da economia e na arrecadação das receitas fiscais.
Veja-se:

• Gaspar previu um crescimento do PIB de 2% em 1993, mas a economia acabou
por recuar 0,7%, ou seja, o pretenso “oásis” que Braga de Macedo anunciava
acabou numa recessão; • O Orçamento do Estado para 1993 previa um encaixe à
volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões de euros) com as receitas
correntes, mas houve necessidade de fazer um orçamento rectificativo que já
estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros), porque a
receita fiscal teve um desempenho bem pior do que “se” estava à espera.

Vinte anos depois, o tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que levou Braga de
Macedo a estatelar-se contra a parede em 1993, não vos lembra ninguém?»

JÁ NEM ME LEMBRAVA !!

Mas olhem que é o mesmo que estão a pensar !!

Puxa que o homem ainda não conseguiu aprender nada!.

 


Com os melhores cumprimentos,

António Serzedelo

recebido via email 

Curso rápido de Economia

Um viajante chega a um hotel para dormir, mas pede para ver o quarto.

Entretanto, entrega ao recepcionista duas notas de 100 euros.

Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai a correr com as duas notas de 100€, e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga,… exactamente de 200 euros.

Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida que tinha há muito… também de 200 euros.

O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia, para liquidar uma dívida que aí tinha de… 200,00 euros.

O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma casa de alterne ali ao lado, liquidar uma dívida com uma prostituta… curiosamente, a dívida era de 200 euros.

A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações.

Valor total da dívida: 200 euros.

Ela avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

 

MORAL DA HISTÓRIA:

NINGUÉM ENTENDE A ECONOMIA!
(nem o gajo que escreveu isto!)

O DIVÓRCIO

O DIVÓRCIO
 
A mulher resolveu separar-se do marido.
O juiz perguntou qual seria a principal razão para essa separação..
– Compatibilidade de gênios.
O juiz estranhou:
– A senhora deve estar querendo dizer ‘incompatibilidade de gênios’…
– Não, não. É compatibilidade mesmo!
– Eu gosto de passear, meu marido também gosta.
– Eu gosto de ir ao cinema, ele também gosta.
– Eu gosto de pizza aos sábados, ele também gosta.
– Eu torço pelo Sporting, ele também torce.
– Eu gosto de homens, e o filh* da p*ta também gosta..!
Aliás ADORAAAAAAAAAAA..!!!!!!!

Aside

O Homem Que Perdeu A Cabeça

O Homem Que Perdeu A Cabeça

Mix Média sobre platex 50×40 cm

Image

UM CASO CLINICO

Uma senhora, com seu filho de 5 anos, está a comer num restaurante. De
repente, a criança mete uma moeda na boca e engasga-se.

A mãe tenta fazê-lo cuspir a moeda dando-lhe palmadas nas costas, sem sucesso.

O menino está a mostrar sinais de asfixia e a mãe, desesperada, grita
por auxílio.

Um homem levanta-se de uma mesa próxima e com surpreendente calma, sem
dizer uma palavra, baixa as calças do miúdo, segura os seus pequenos
testículos, aperta com força e puxa para baixo violentamente.

Automaticamente, o garoto com dor irresistível cospe a moeda, e o
fulano, com a mesma calma com que se aproximou, voltou para sua mesa
sem dizer uma palavra.

Após algum tempo, a senhora, já tranquilizada, aproxima-se para
agradecer ao senhor por salvar a vida de seu filho, e pergunta:

– Você é médico?

– Não, minha senhora, eu sou Victor Gaspar, o ministro das finanças .
A minha especialidade é espremer tomates até sacar a última moeda

Previous Older Entries

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 791 outros seguidores